Estórias de vários Capítulos

Quase quase quase... Um Conto de Natal
Jamais os seus rostos serão novamente projectados por este espelho. Nada mais, além da realidade, e da verdade, podem reflectir. A mentira nunca poderá estar neles. O que não existe, não pode. E todos os dias nos dizem a verdade. Todos os dias, o que somos, por fora. Dizem-nos. A verdade, a verdade é que vivemos todos os dias.

«A esperança é como um rio que nasce na montanha, e nós somos como os tripulantes de um barco baptizado de Esperança. E nesse barco iremos descer o rio até ao mar. Lá em cima, no monte, na nascente, na serra, tudo é puro e belo, e temos o mundo nas nossas mãos, tal e qual como as crianças. Somos pequeninos, e admiramos o mundo, que, lá de cima, é belo. E lá, onde o rio nasce, ainda podemos apreciar a montanha, os vales, e respirar, respirar, principalmente respirar. Mas é uma ilusão. Quando chegamos lá a baixo a vista não é a mesma que a lá de cima....»

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O Espaço, o Tempo e o Silêncio

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